segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

MEU DEUS AINDA SE FALA EM CASAMENTO...QUANDO O CASAMENTO JÁ NÃO TEM NENHUM VALOR LEGAL, MORAL E SOCIAL...

Meu Deus ainda se fala em casamento...quando o casamento já não tem nenhum valor legal, moral e social...e é fonte e origem de grandes conflitos, traições e sofrimentos e de maus-tratos aos mais frágeis, às crianças, aos idosos, aos doentes e aos pacifistas honrados e coerentes...

E a quem interessa a promoção desta farsa e desta falácia que é o casamento? Aos advogados para terem muito trabalho a dirimir conflitos de vida e de morte? Aos produtores e comerciantes de produtos e serviços para cerimónias e banquetes de encher a pança, até não caber mais e um exagero...

Eu aconselho vivamente aos meus próprios filhos e a todas as pessoas sensatas e inteligentes, que não assinem contratos de casamento e não gastem e não invistam as suas energias, dinheiro, emoções, tempo e privações em cerimónias, rituais e contratos de casamento sem qualquer valor legal, moral, social e cultural...

E os governos que deviam era de fazer leis sérias e eficazes, que vinculassem efectivamente as pessoas que assinam contratos de casamento e que garantissem que esses contratos eram efectivamente cumpridos e castigados e punidos aqueles que os violassem e que não cumprissem os compromissos assumidos, andam a promover casamentos antinaturais e que são uma aberração e uma afronta à inteligência e ao bom senso e à sensatez das pessoas saudáveis e inteligentes...

Deixemos de hipocrisias e falemos verdade ás pessoas e digamos que a homossexualidade é uma doença física, psicológica, cultural ou emocional das pessoas e que os homossexuais são pessoas perturbadas, inadaptadas, desestruturadas ou com anomalias psíquicas, sociais, culturais ou genéticas...

Mas eu não tenho nada contra a liberdade individual das pessoas e quem quiser que faça o que quiser com a sua vida, desde que respeite e não prejudique a vida das outras pessoas e se querem assinar contratos de casamento, assinem, iludam-se, acreditem na eternidade e no amor eterno e sejam pacóvios e idiotas e porque se o amor não é eterno e para sempre, não vale a pena amar e para quê amar e se iludirem se amanhã se vão desrespeitar, maltratar, odiar e abandonar e se estes contratos e relacionamentos só lhes vão trazer grandes conflitos, prejuízos, sofrimentos e grandes dificuldades legais e grandes problemas judiciais que demoram anos a resolver e que prejudicam quase sempre a parte mais fraca, a vítima, o mais frágil, o mais vulnerável e os maltratados devido ás traições e aos maus-tratos físicos, psicológicos e sociais e que são frequentes e habituais neste tipo de relacionamentos humanos, apenas baseados no sexo, nos interesses e nas conveniências e em afectos imaturos...

Não assinem contratos de casamento, porque a assinatura de contratos de casamento só vos vai trazer conflitos, traições, mentiras, enganos, roubos, prejuízos, sofrimentos, doenças e muita infelicidade e porque as leis não vos protegem e só protegem os violadores, os incumpridores e os agressores e não protegem as vítimas, de traição, de fraude, de dolo, de má-fé e de maus-tratos...

Se vos amais e sentis afecto, atracção, empatia e bons sentimentos e quereis o bem e ser e fazer feliz o outro ou a outra, não assinem contratos de casamento e vivam, relacionem-se, estejam juntos, colaborem uns com os outros, amem-se, estimem-se, respeitem-se, dêem-se e cuidem uns dos outros, mas não assinem contratos de casamento, que só vos vão trazer conflitos, prejuízos e sofrimentos...

Acho que já deu para entender o meu conselho e falo por experiência própria muito dolorosa e muito prejudicial, para a minha vida pessoal e para a vida presente e futura dos meus três filhos e quem quiser e puder que entenda...

E não sei, senão será pior uma tirania de um grupo de Homens malfeitores e manipuladores, do que a tirania de um só Homem...

E porque violência (pecado) é todo o pensamento, palavra, acto ou omissão, que faça sofrer física e psicologicamente outro ser vivo...ou o próprio autor da violência...

E porque a violência gera violência, a pobreza gera pobreza e a ignorância gera ignorância...e a ignorância gera pobreza e violência...e a pobreza gera ignorância e violência...e a violência gera pobreza e ignorância...

As campanhas eleitorais servem para fazer esquecer o passado e iludir as pessoas para o futuro...

As pessoas só amam e estimam o que é só delas...e o que é de todos ou de vários...simplesmente usam...e a posse...e a segurança que transmite...é muito importante para as pessoas...e as faz sentirem-se bem...seguras e poderosas...

Vivemos rodeados por imensos perigos, por incompetência, mediocridade, desconhecimento, ignorância, desonestidade, corrupção, perversão, mentira, egoísmo, individualismo, oportunismo, má-fé, inimizade, competição selvagem, doenças, catástrofes naturais, sociais, culturais e morais e outras adversidades várias...

Se as coisas puderem funcionar mal, funcionarão mal de certeza...

O poder tende a corromper, mas o poder absoluto corrompe absolutamente...

Como sabes, a ignorância e a soberba limitam o desejo de saber mais e de evoluir das ideias preconcebidas...

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

Quem puder que entenda...

Pausa para reflexão...

Manuel de Sousa Ribeiro

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

NA CHINA E NA COREIA DO NORTE E NOUTROS ESTADOS TEMOS UMA DITADURA POLÍTICA DE UM SÓ PARTIDO POLÍTICO...

Na China e na Coreia do Norte e noutros estados temos uma ditadura política de um só partido político, mas em Portugal e nos Estados Unidos da América e noutros estados temos uma ditadura política de dois ou mais partidos políticos. Senão vejamos:

Em Portugal, temos desde a Revolução de 25 de Abril de 1974, que derrubou uma ditadura política de um só partido político e que durava à 48 anos, dois partidos políticos, o PS e o PSD, que passaram a reinar, a dominar a sociedade e a ditar as regras e a governar em benefício dos chefes, dos ricos e dos mais poderosos e a desgovernar e a explorar os portugueses, uma vez o PS, outra vez o PSD, sozinhos ou coligados entre eles ou com outros pequenos partidos políticos ou deputados independentes, até à actualidade.

Nos Estados Unidos da América, temos actualmente e não sei desde quando e não vou agora investigar datas porque não tenho tempo para isso e quem o desejar saber que o faça, dois partidos políticos conhecidos, o Partido Republicano e o Partido Democrático, que à semelhança do que se passa em Portugal e noutros Estados, ora governa ou desgoverna um, ora governa ou desgoverna outro, ao sabor das marés da opinião pública política, manipulada pelos dois partidos políticos dominantes, que parecem concertar entre eles este tipo de alternância política, aonde nada ou pouco muda, ou então muda tudo, mas para muito pior do que estava e assim os pacóvios  e os idiotas dos eleitores americanos são enganados à semelhança dos pacóvios e dos idiotas dos eleitores portugueses e doutros Estados.

Em Portugal os partidos dominantes, o PS e o PSD, dominam tudo e todos, sem quaisquer princípios, desrespeitando todas as regras teóricas ditas democráticas. Escolhem para deputados, presidentes de municípios e de instituições nacionais, regionais e locais e das diferentes regiões do país, pessoas não naturais e nem residentes nessas regiões e que não se identificam nada com os interesses e necessidades dessas regiões. Estes dois partidos dominantes, na prática política exercem e impõem aos portugueses uma ditadura política dita democrática e qualifico-a assim porque é sufragada eleitoralmente pelos eleitores pacóvios e idiotas e pelos eleitores sortudos e afortunados pela vida e com riquezas e privilégios políticos e sociais.

Repartem entre eles todos os cargos de poder político, legislativo, executivo, administrativo e judicial e que exercem sem respeito pelas leis que eles próprios fazem, sem ética e sem vergonha. Repartem entre os membros mais influentes e mais poderosos destes dois partidos dominantes, todos os cargos da Administração Pública central, regional e local e das empresas públicas e privadas monopolistas e oligopolistas e de todos os organismos políticos, judiciais e administrativos ditos independentes, mas que na sua acção prática não são nada independentes e que favorecem e protegem os amigos e os parceiros políticos mais cooperantes e que infringem e agem em total desrespeito pelas leis gerais e que perseguem e prejudicam as pessoas capazes de lhes fazerem concorrência e que não sejam cooperantes e que sejam potenciais adversários, prejudicando-as, marginalizando-as e destruindo as suas vidas pessoais e profissionais, através da perversão e da manipulação das leis e da omissão do exercício dos seus deveres e funções de autoridade que não exercem, permitindo a corrupção generalizada, os maus tratos e a violência generalizada dos seus concorrentes, críticos e potenciais adversários.

E a isto chamam Estado de Direito Democrático e de instituições democráticas, mas que na sua acção prática e quotidiana não são nada democráticas e agem como ditadores, sem princípios e sem escrúpulos, sem ética e sem moral e sem humanidade e com total crueldade. E vejamos agora alguns exemplos de órgãos de regulação e de fiscalização do correcto funcionamento das instituições ditas de direito democrático. Para o Conselho Superior de Magistratura, o PS e o PSD, como os dois partidos em conjunto têm maioria absoluta, nomeiam-elegem membros para este órgão, repartidos com igualdade entre eles. Depois temos as presidências e as administrações das empresas públicas e dos institutos públicos e dos organismos de regulação pública ditos independentes e de todas as direcções superiores dos órgãos da administração pública central, regional e local, repartidas também com igualdade entre os membros mais influentes e mais poderosos destes dois partidos políticos portugueses.

São sempre as mesmas pessoas durante décadas e durante toda a sua vida e mentem, enganam, iludem, traem, exploram, prejudicam, desprezam, perseguem, abandonam, marginalizam e roubam a confiança e os direitos das pessoas e violentam fisicamente, psicologicamente e socialmente os trabalhadores dos sectores economicamente mais frágeis e os pobres, os fracos e os ignorantes e até os seus eleitores pacóvios e idiotas e destroem as suas vidas, negando-lhes direitos humanos vitais  e a assistência nas fragilidades e desorganizando a sociedade e as famílias, criando o caos, a desordem, a insegurança, a miséria, a estupidez geral, os falsos valores, a ignorância certificada e a violência generalizada, que também exploram, tal como abutres e passam de deputados para ministros e de ministros para deputados e passam de presidentes e administradores de uma empresa pública para outra empresa pública e passam de presidentes e administradores de um instituto público para outro instituto público e passam de deputados para presidentes e vereadores de municípios e vice-versa e passam de deputados nacionais para deputados europeus e vice-versa e passam para outros cargos de poder político máximo e até acumulam vários cargos, vários salários e várias reformas elevadíssimas e temos assim uma ditadura e uma tirania de um grupo de pessoas que criam vários partidos políticos para enganarem os eleitores pacóvios e idiotas e enriquecem muito rapidamente e acumulam fortunas elevadíssimas à custa da ocupação de cargos políticos durante toda a sua vida activa e até se reformarem com elevadíssimas reformas escandalosas e que eu considero imorais, criminosas e pura rapinagem.

E em conclusão, se isto não é uma ditadura política sufragada pelos eleitores pacóvios e idiotas ou privilegiados, então o que é?...

E não sei, senão será pior uma tirania de um grupo de Homens malfeitores e manipuladores, do que a tirania de um só Homem...

E porque violência (pecado) é todo o pensamento, palavra, acto ou omissão, que faça sofrer física e psicologicamente outro ser vivo...ou o próprio autor da violência...

E porque a violência gera violência, a pobreza gera pobreza e a ignorância gera ignorância...e a ignorância gera pobreza e violência...e a pobreza gera ignorância e violência...e a violência gera pobreza e ignorância...

As campanhas eleitorais servem para fazer esquecer o passado e iludir as pessoas para o futuro...

As pessoas só amam e estimam o que é só delas...e o que é de todos ou de vários...simplesmente usam...e a posse...e a segurança que transmite...é muito importante para as pessoas...e as faz sentirem-se bem...seguras e poderosas...

Vivemos rodeados por imensos perigos, por incompetência, mediocridade, desconhecimento, ignorância, desonestidade, corrupção, perversão, mentira, egoísmo, individualismo, oportunismo, má-fé, inimizade, competição selvagem, doenças, catástrofes naturais, sociais, culturais e morais e outras adversidades várias...

Se as coisas puderem funcionar mal, funcionarão mal de certeza...

O poder tende a corromper, mas o poder absoluto corrompe absolutamente...

Como sabes, a ignorância e a soberba limitam o desejo de saber mais e de evoluir das ideias preconcebidas...

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

Quem puder que entenda...

Pausa para reflexão...

Manuel de Sousa Ribeiro

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sábado, 5 de dezembro de 2009

COMENTÁRIOS DIVERSOS: Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã...

Bom dia – Dá-me uma nova oportunidade...e perdoa (desculpa) a minha santa ignorância...e porque "felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos Céus"...e os ignorantes serão felizes...e os sábios atormentados...ou serão os sábios felizes...e os ignorantes atormentados?... Bom fim-de-semana...

Boa noite...Um dia tudo muda e as dificuldades desaparecem...pelo menos no cemitério...Beijo...

Quem anda à chuva molha-se...e os riscos e os perigos estão em todo o lado...e vivemos rodeados por imensos perigos, por incompetência, mediocridade, desonestidade, inimizade, competição selvagem e adversidades várias...e tem boa noite e dorme bem...em paz...vivendo um dia de cada vez...

Oh sim, fantasias de adolescente...não se adequam a quarentões e a quarentonas...e nós somos mais práticos, funcionais e pragmáticos...e mais realistas e mais sábios...e a vida está a acabar...e não há tempo para perder com fantasias...que nada têm de útil e prático...

Já nem as adolescentes têm fantasias...e tornam-se práticas com o primeiro namorado que lhe aparece...e quase na primeira vez em que se conhecem...

Não estou triste...Graças a Deus estou plenamente bem (em plenitude)...alegre, satisfeito comigo próprio e feliz...e tenho um grande "amante"...eu próprio...sou "amante" de mim mesmo...e tenho elevada auto-estima...e aprendi a amar-me e a estimar-me a mim mesmo...e ame-se a si mesmo...e estime-se...porque senão o fizer ninguém o amará e ninguém o estimará...e tenha uma Boa noite...e alegre-se e ame-se a si mesmo...

Não me peça desculpa...pode pecar, errar e falhar quantas vezes quiser...desde que não o faça com má intenção...isto é, com crueldade, desonestidade e má vontade...e porque estamos apenas a trocar ideias e pensamentos...que evoluem...porque nós evoluímos...isto é mudamos...todos os dias...e somos inconstantes...e porque a vida e o saber é inconstante e incompleto...

Olá! Estás bem disposta...estás alegre...serena...apaixonada...cheia de energia...em paz....entusiasmada...satisfeita...feliz...etc...

Devemos estar sempre em paz....e a paz para ser real...deve ser procurada dentro de nós...e não deve ser afectada por circunstâncias e factores externos...

Olá! Dificuldades existem sempre...e fazem parte da vida...e ás vezes falta a energia, a paciência, a sabedoria e o amor necessário...para as vencer...e tudo muda todos os dias...até acabar a energia para as fazer mudar...e até acabar a vida de cada um de nós...

Boa noite...do seu amigo desconhecido...e já agora um beijo, de gratidão e amizade sincera, pela sua pachorra em me aturar...bem, aturamo-nos um ao outro...

Eu não quero um caso...quero uma mulher para transar...e você sabe o que eu quero dizer...não se faça de desentendida...e se nos entendermos bem um com o outro...podemos continuar nosso relacionamento enquanto ambos o desejarmos...e se nos desentendermos, cada um segue a sua vida e vai à procura de outra pessoa para se entender...

Cuida, pois, de fazer, sem delonga, quanto deve ser feito a benefício de tua própria felicidade, porque o Amanhã será muito agradável e benéfico somente para aquele que trabalha no bem e que cresce no ideal superior e que se aperfeiçoa, valorosamente, nas abençoadas horas de Hoje...

Hoje morreu um génio...talvez incompleto...e imperfeito como todos nós...e louco pela música...e talvez ignorante de muitas coisas...e o génio é sempre imperfeito...e de génio e louco...todos temos um pouco...diz a sabedoria do povo...

Eu tenho muitas "amantes", só não tenho é dinheiro para sustentar todas...

E não sei, senão será pior uma tirania de um grupo de Homens malfeitores e manipuladores, do que a tirania de um só Homem...

E porque violência (pecado) é todo o pensamento, palavra, acto ou omissão, que faça sofrer física e psicologicamente outro ser vivo...ou o próprio autor da violência...

Se as coisas puderem funcionar mal, funcionarão mal de certeza...

O poder tende a corromper, mas o poder absoluto corrompe absolutamente...

Como sabes, a ignorância e a soberba limitam o desejo de saber mais e de evoluir das ideias preconcebidas...

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

"Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã." - (TIAGO, 4:14.)

Devemos agradecer sempre a Deus e aos Homens, tudo de Bom que nos é proporcionado...porque um Coração Agradecido...é um Coração Feliz...

Devemos pedir sempre por favor, tudo o que necessitamos, a Deus e aos Homens...

Devemos pedir sempre perdão (desculpa) e perdoar (desculpar), a Deus e aos Homens...

Mas não devemos esquecer o Mal e o Bem que nos é feito...para podermos caminhar no caminho certo no futuro...

Devemos sempre emendar as nossas falhas e corrigir os nossos erros...

Devemos ser sempre felizes e calmos...perante qualquer destino...

E se tu não te amares e estimares, ninguém te ama e te estima"...

Novas Oportunidades - A ignorância certificada...

Autores desconhecidos...

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

FORMARE - Il bambino impara ciò che vive...

Se vive nel rimprovero, diverrà più intransigente...
Se vive nell’ostilità, diverrà più aggressivo...
Se vive nella derisione, diverrà più timido...
Se vive nel rifiuto, diverrà uno sfiduciato...
Se vive nella serenità, diverrà più equilibrato...
Se vive nell’incoraggiamento, diverrà più intraprendente...
Se vive nell’apprezzamento, diverrà più comprensivo...
Se vive nella lealtà, diverrà più giusto...
Se vive nella chiarezza, diverrà più fiducioso...
Se vive nella stima, diverrà più sicuro di sé...
Se vive nell’amicizia, diverrà amico per il suo mondo...

Dorothy L. Nolte

“Per me l’utopico non è
l’irrealizzabile;
l’utopia non è l’idealismo;
è la dialettizzazione degli
atti di denuncia e
di annuncio,
l’atto di denunciare la
struttura disumanizzante e
di annunciare quella
umanizzante.
Per questo l’utopia è anche
impegno storico.”

Paulo Freire

Leiam este livro:
Solidão - A Ausência do Outro
Autor: Angerami-Camon
Editora: Pioneira
 
Ver no site:
https://www.bertrand.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=34478
 
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

AS VIRTUDES CARDEAIS de Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina

Virtudes cardeais quer dizer virtudes centrais, fundamentais, orientadoras. É o mesmo que virtudes morais. São quatro como quatro são os pontos cardeais, as estações do ano, os lados da cruz, os alicerces da casa, os pés da mesa e da cama. A quaternidade para Jung é símbolo da perfeição. Eis as virtudes:

1. Prudência. É o reto agir, o bom senso, o equilíbrio. Cuida do lado prático da vida, da ação correta e busca os meios para agir bem. Prudência é o mesmo que sabedoria, previdência, precaução. O prudente é previdente e providente. É pessoa que abandona as preocupações e abraça as soluções. Deixa as ilusões e opta pelas decisões. Rejeita as omissões e se empenha nas ocupações. O lema dos prudentes é: "Ocupação sim, preocupação não." A prudência coloca sua atenção na preparação dos fatos e eventos e nunca na precipitação nem no amadorismo ou improvisação. Ciência sem prudência é um perigo.

2. Temperança. É o auto-controle, auto-domínio, renúncia, moderação. A temperança ordena afetos, domestica os instintos, sublima as paixões, organiza a sexualidade, modera os impulsos e apetites. Abre o caminho para a continência, a castidade, a sobriedade, o desapego. É próprio da temperança o cuidado conosco mesmo, com os outros e com a natureza. A temperança não permite que sejamos escravos, mas livres e libertadores e nos encaminha para o cumprimento dos deveres e para a maturidade humana. Sem renúncia não há maturidade. Grande fruto da renúncia é a alegria e a paz.

3. Fortaleza. Faz-nos fortes no bem, na fé, no amor. Leva-nos a perseverar nas coisas difíceis e árduas, a resistir à mediocridade, a evitar rotina e omissões. Pela fortaleza vencemos a apatia, a acomodação e abraçamos os desafios e a profecia. É virtude dos profetas, dos heróis, dos mártires e dos pobres. A fortaleza dos mártires e a ousadia dos apóstolos, como também a força dos pequenos e dos fracos é um sinal do dom da fortaleza na vida humana e na história da Igreja. Hoje a fortaleza nos leva a enfrentar a depressão, o stress, o câncer, a AIDS, os golpes da vida. Grandes são os conflitos humanos, porém maior é a força para superá-los. A vida é luta renhida, dizia nosso poeta e a fé é um combate espiritual. "Coragem, Eu venci o mundo!" (Jo 16,33).

4. Justiça. Regula nossa convivência, possibilita o bem comum, defende a dignidade humana, respeita os direitos humanos. É da justiça que brota a paz. Sem a justiça nem o amor é possível. É a virtude da vida comunitária e social que se rege pelo respeito à igualdade da dignidade das pessoas. Da justiça vem a gratidão, a religião, a veracidade. Não se pode construir o castelo da caridade sobre as ruínas da justiça. Pelo contrário, o primeiro passo do amor é a justiça, porque amar é querer o bem do outro. A justiça é imortal (Sab 1,15). Esta virtude trata de nossos direitos e nossos deveres e diz respeito ao outro, à comunidade e à sociedade.

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina

COMO MELHORAR O MUNDO?...Se é que existe alguém que quer e pode melhorá-lo...

Com base num texto que li do escritor e jornalista Roberto Romanelli Maia, adaptei e melhorei alguns de seus parágrafos mantendo a mensagem original e seu propósito falando do mundo onde vivemos.

Algum de nós terá alguma dúvida de que vivemos num mundo onde a natureza vem sendo modificada e destruída, à medida que os anos passam? E que o chamado “progresso” se baseia num falso desenvolvimento insustentável que faz perigar a vida na terra, descaracterizando-a até suas profundezas e anulando seu equilíbrio ecológico que foi formado durante milhões de anos?

Sim, quantos rios e lagos já foram poluídos, quantas florestas foram dizimadas, quantas criaturas e espécies foram extintas ou simplesmente deixaram de existir? Quantas belezas naturais desapareceram e não mais podemos ver como parte importante que eram do Planeta?

Há alguns anos sabemos que o que conta mesmo é a exploração desenfreada dos recursos naturais pela ganância e ambição desmedida dos homens que exploram e maltratam a Terra de forma predatória e destruidora, extraindo dela tudo que possa contribuir para um rápido desenvolvimento da 'Economia' de seus países e também seu enriquecimento pessoal.

Estes homens não possuem nenhuma noção ou consciência ecológica e já perderam há muito a sua ligação às origens, comportando-se como a pior das espécies vivas que degenerou e se tornou um cancro letal que corrói e consome até às entranhas um Organismo Vivo que se agita e vai dando sinais de estar precisando duma Cósmica Operação.

O Mundo foi tomado por homens que não são mais humanos mas sim seres demoníacos que cometem um sem número de indignidades, impropérios, infâmias, agressões à vida, violência e destruição das espécies, causando todas as mazelas possíveis e imaginárias contra a Natureza e à própria Humanidade.

Esses ‘demónios’ em figura de gente não olham para nós de frente e quando o fazem não vêem outra coisa senão números, ofuscados pelo poder do seu dinheiro e sucesso financeiro. São indivíduos que não sabem amar nem querer bem, a não ser aquilo que desejam para seu domínio e poder absoluto, indiferentes à pobreza no Mundo desde que esta mantenha a sua riqueza. Tratam os outros, até mesmo a sua família, como alma do negócio que faz parte do seu mundo fechado, onde calculam todo o tempo a melhor forma de tirar proveito da situação, sem sentimentos de alma ou coração.

São gente gananciosa e ambiciosa que se levanta pela manhã preocupados mais em ler sobre valores da bolsa, preços do petróleo ou das acções que lhes dê maiores lucros. Não se importam sequer em saber quanta miséria existe no seu país ou quantas crianças morrem de fome diariamente no mundo ou quantas famílias deixaram de ter condições de sobrevivência.

São homens cheios de frivolidades que não se compadecem com as desigualdades e injustiças sociais, pouco se importando com as dificuldades e problemas dos tempos actuais, sentindo-se muito seguros e tranquilos, protegidos pelos seus milhões, conseguidos tantas vezes de forma ilícita por terem sido mais espertos ou grandes espertalhões... (serve o exemplo de Bernie Madoff)

O seu objectivo é apenas conquistar mais dinheiro e viver no fausto e luxo pessoal, rodeados de mordomias e festas nos seus palácios ou mansões, passeando em seus iates ou deslocando-se em seus aviões, gostando de ser apreciados e aplaudidos pelos seus discursos habilmente preparados nas salas de imprensa ou televisões, todos muito bem parecidos como gloriosos fanfarrões, muitos até falando de Deus como se estivesse a seus pés e lhes obedecesse e não ao comum das multidões.

O Mundo está nas mãos destes homens poderosos que ditam as próprias leis que os protegem, sendo gente ímpia e desonesta em suas acções. Muitos são políticos corruptos, infiéis aos seus eleitores, que se locupletam com os bens públicos, visando apenas seu enriquecimento pessoal, não olhando a meios para atingir seus fins. Outros, são falsos religiosos, sacripantas que se intitulam de pastores de almas, carregando dinheiro dentro das próprias bíblias, muitos abusando sexualmente de crianças ingénuas e inocentes que ficam estigmatizadas para o resto da vida.

Enfim, é este o Mundo onde vivemos, cada vez mais cheio de loucuras e pecados de luxúria ou degeneração sexual, a par de tantas outras coisas que fazemos na luta pela sobrevivência e busca do prazer sensorial, enquanto a Terra se agita em suas entranhas e vai dando sinais de cansaço desta Civilização que tal como outras cairá ou desaparecerá com tantas formas de Degradação.

Há porém uma minoria de seres humanos verdadeiramente atentos e conscientes que vão fazendo seu trabalho anónimo pelo bem do Mundo e da Humanidade, acreditando que ainda é possível fazer algo para mudar esta realidade, tornando melhor o Planeta que está precisando sim duma grande Renovação e essa será feita pela própria Natureza e seus Elementos que actuarão em toda a Terra para uma necessária Transformação que culminará sob a luz duma Nova Era.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela
 
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AS TOURADAS REPRESENTAM A CRUELDADE, O SADISMO E A IGNORÂNCIA PARTILHADA...O PODER E A VIOLÊNCIA - A MALVADEZ E A CULTURA DA VIOLÊNCIA...

DEFENDAM AS TOURADAS COM COLETES ELECTRÓNICOS COM SENSORES...
As touradas representam a crueldade, o sadismo e a inconsciência colectiva e a ignorância partilhada...Será que as pessoas que desejam touradas com sangue, sofrimento e morte pública e cruelmente provocada são saudáveis, felizes e empáticas?...Será que gostavam que lhes fizessem a mesma coisa, que vêem fazer aos animais e com a qual gozam e se divertem inconscientemente?...Será que são profundamente infelizes, frustradas, zangadas e possuídas por ódios e desejos de vingança inconscientes e desejam vingar-se de alguém que lhes fez muito mal e as faz ou fez tornarem-se infelizes e desejam o seu sofrimento e morte inconscientemente?...Serão as touradas catárticas e desempenham uma função de catarse social e pessoal, tal como o futebol e todos os tipos de desportos de massas ou serão apenas mais uma forma de divertimento hedonística, passiva e emocional e de escape e de fuga ás frustrações, ódios, mazelas, vazios e fraquezas pessoais, sociais e culturais?...Será o Homem um animal tão atrasado culturalmente e tão ou mais estúpido e cruel do que os animais que maltrata?...Será que os Homens não sabem que também são animais?...Que pior animal pode existir do que aquele que obtem prazer da crueldade, do sofrimento e da destruição de outro animal?...

Os animais só não falam português, inglês, alemão, espanhol, chinês, russo e outras línguas humanas, porque não conseguem aprender a nossa fonética, porque o sistema fonético deles não o permite, mas têm as suas próprias linguagens, de acordo com as suas capacidades fonéticas. E têm um sistema cognitivo, afectivo e emocional, que lhes permite aprender, decidir, escolher e agir em função das suas necessidades e das suas circunstâncias próprias e específicas...caso contrário não teriam sobrevivido e já se teriam extinguido há muito tempo...

"Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais e nesse dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a Humanidade." Leonardo da Vinci

"Não importa se os animais são incapazes ou não de pensar. Importa que são capazes de sofrer."

Há dias a minha filha de 7 anos, começou a falar-me sobre o mal, os ferimentos, o sangue e o espetar os touros, com ferros e espetos aguçados, que ela viu na televisão sem a minha presença...e muito triste e impressionada queixava-se que isso era muito mau...e que esses homens eram muito maus...e que deviam de ser presos...e fiz-me pensar e reflectir um pouco e então surgiu-me a ideia de que poderia se colocar um colete electrónico com sensores no touro e que assinalariam os toques com os quais o cavaleiro conseguiria atingir o touro, mas sem o magoar e lhe causar danos, ferimentos e sofrimento...e que assim o cavaleiro e o touro podiam interagir numa brincadeira a fazer de conta e sem crueldade, sofrimento e sadismo social e colectivo...

O que a minha filha de 7 anos apoiou e achou muito bem e uma excelente ideia...e estavam umas Senhoras por perto a ouvir a nossa conversa...e sorriram e apoiaram e acharam também a minha ideia excelente...e eu prometi à minha filha, que quando tivesse tempo iria escrever sobre ela e comunicá-la publicamente e dirigi-la às pessoas responsáveis deste país e deste mundo...o que agora estou a fazer à pressa... pois tenho muito pouco tempo neste momento...mas não posso deixar de o fazer depois de receber a sua mensagem e o seu pedido para assinar a petição para o fim das touradas em baixo...

Digo-lhe que a minha filha gosta muito dos animais...e de todos os animais e que tem muito carinho por eles, cães, gatos, cavalos, touros, etc....e que gosta de brincar comigo ás bandarilhadas, em que umas vezes eu faço de touro e ela pega numa peça de roupa e faz de bandarilheiro e depois invertemos os papeis e ela quer fazer de touro e quer que eu seja o bandarilheiro...e se diverte imenso com isso e pede para brincarmos muitas vezes com essa brincadeira...que ela viu na televisão....

Assinem a petição contra as touradas com sangue e sofrimento dos animais e defendam as touradas com coletes electrónicos com sensores, que assinalam os toques do cavaleiro, mas que não magoam os touros e assim as touradas seriam apenas uma brincadeira natural entre o cavaleiro e o touro, que apenas exerceriam as suas habilidades naturais, interagindo com prazer e instinto, mas sem sofrimento...

E porque violência (pecado) é todo o pensamento, palavra, acto ou omissão, que faça sofrer física e psicologicamente outro ser vivo...ou o próprio autor da violência...

E porque a violência gera violência, a pobreza gera pobreza e a ignorância gera ignorância...e a ignorância gera pobreza e violência...e a pobreza gera ignorância e violência...e a violência gera pobreza e ignorância...

Não fiquem indiferentes porque já houve, há e haverá quem faça à espécie humana o que alguns espécimes da espécie humana fazem aos outros animais...

ASSINA E DIVULGA, CORTA O MAL PELA RAIZ...Todos juntos, seremos a diferença...Se tens mais de 18 anos, clica e assina a petição: http://www.petição.com.pt/tourada-nao

Como sabes, a ignorância e a soberba limitam o desejo de saber mais e de evoluir das ideias preconcebidas...

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

Quem puder que entenda...

Pausa para reflexão...

Manuel de Sousa Ribeiro

Ler também: Utopia e Realtà e Le Origini del Bene e del Male

Ver os sites:
http://www.edizioniatenait/index.asp?c=Economia%20e%20scienze
http://utopiaerealidade-utopiaandreality.blogspot.com/

Rita Vairinhos
Pravi - Projecto de Apoio a Vítimas Indefesas
Departamento de Animais em Risco
Núcleo de Setúbal
http://pravinucleodesetubal.blogspot.com/

Projecto Ajuda Alimentar Animal
http://www.ajudaalimentaranimal.blogspot.com/

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sábado, 28 de novembro de 2009

A POLITIZAÇÃO DA JUSTIÇA E A JUDICIALIZAÇÃO DA POLÍTICA...

A VIOLÊNCIA E A JUSTIÇA...E A INFALIBILIDADE PRESUMIDA DOS JUÍZES...
Processo Nº 5/06.8 GDMTS do Tribunal de Matosinhos – Neste processo a atitude mais evidente do colectivo de juízes, dos procuradores e dos advogados foi de uma total falta de distanciamento e de imparcialidade, que tudo fizeram para obterem “provas” para me condenarem, partindo logo do princípio de que eu era culpado. Ninguém disse em julgamento que me viu riscar viaturas. As únicas pessoas que testemunharam foram os lesados e seus familiares. Todos disseram que “suspeitavam” que tinha sido eu que risquei as suas viaturas, mas que não tinham a certeza, porque não viram quem foi que praticou os danos. A minha advogada não queria que eu prestasse declarações em juízo e parecia que também estava interessada na minha condenação. Aos meus filhos de treze e de dezassete anos, que moravam com a mãe e com os familiares autores deste processo foi-lhes perguntado se eu lhes tinha dito, à mesa ao jantar, num dia indeterminado, que iria riscar as viaturas dos seus tios. O meu filho Pedro de dezassete anos disse claramente que nunca me tinha ouvido dizer nada disso. O meu filho Edgar de treze anos confirmou prontamente, que eu tinha dito isso à mesa, na presença deles, entrando em total contradição com o irmão mais velho, que não é tão manipulável e é mais ético. Eu neguei a responsabilidade pelos danos causados. Disse ao tribunal que estavam a mentir contra mim e que se tratava de um processo de litigância de má-fé, para me pressionarem a desistir de várias queixas contra a minha esposa e contra os seus familiares que me tinham maltratado. Foram feitas várias queixas idênticas no D.I.A.P. do Porto e em todas elas foi proferido despacho de arquivamento por falta de provas credíveis e suficientes. Mas neste processo eu sou condenado a 260 dias de multa, sem ter praticado quaisquer crimes de danos, sem provas e sem testemunhos credíveis e dos próprios interessados e de crianças totalmente manipuláveis e que em julgamento manifestaram uma fortíssima animosidade e grande hostilidade contra mim. Eu devia naturalmente de ser imediatamente absolvido, por falta de provas credíveis e confiáveis ou nem sequer ir a julgamento, se tivesse havido prudência, distanciamento, imparcialidade e boa-fé, à semelhança do que fizeram outros juízos do D.I.A.P. do Porto, em processos totalmente idênticos, o que se conclui claramente que a decisão da condenação foi totalmente abusiva, arbitrária, discricionária e prepotente e sem qualquer fundamento factual e legal, que fosse devidamente provado em sede de julgamento. Apresentei queixa Nº 27978/08 no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, enviando-lhes todos os documentos do processo pedidos e responderam-me que não se verifica nenhuma violação dos direitos do Homem e que iriam no prazo de um ano “destruir” todo o processo e todos os documentos que eu lhes enviei, como parecendo quererem ocultar ao futuro qualquer pecado por omissão. Afinal a Justiça e os Direitos do Homem, como eu já escrevi algures, são apenas uma ideologia para os ricos e poderosos e uma utopia para os pobres e mais fracos.

Processo Nº 84/06.8 TAMAI do Tribunal da Maia – Neste processo a atitude mais evidente do colectivo de juízes, dos procuradores e dos advogados foi de uma total falta de distanciamento e de imparcialidade, que tudo fizeram para obterem “provas” para me condenarem, partindo logo do princípio de que eu era culpado. A “mulher” com quem casei era afinal uma oportunista, que só queria dinheiro e divertir-se à custa do “escravo”. Eu queria ter uma “Família” cheia de crianças, quantas fosse possível ter, aonde todos se amassem e fossem solidários nos bons e nos maus momentos, até ao fim de cada um dos seus membros. Utopia ou ingenuidade chame-se-lhe o que se quiser. Na minha “Terra” e na minha cultura de criação era esse o objectivo mais nobre e de maior satisfação pessoal, aonde o prazer da amizade e da solidariedade sincera tinha muito significado e era muito valorizado e perseguido socialmente. Mas a “mulher” com quem casei, não era da mesma “Terra” e não foi criada pela mesma cultura e só queria os homens para se divertir e ter bem-estar à custa deles. Não queria ter crianças, não queria dar-se e só queria receber, divertir-se muito, com tudo e com todos, ter muito dinheiro, mas à custa do trabalho e do esforço dos outros. Sentia prazer na crueldade, na mentira e no engano. Era uma burlona nata. Adorava enganar toda a gente. Não olhava a meios para atingir os fins. Apareceu-lhe um pretendente sabujo, que lhe pareceu trazer-lhe mais vantagens, do que eu lhe podia proporcionar e decide envolver-se com ele e acabar com o compromisso matrimonial que tinha comigo. Sai de casa com os meus filhos mas regressa uns dias após ter saído, mas com intenções gravemente malévolas, de grande crueldade e de grande violência. Veio “passar” o Natal de 2005 em família. Mas o ambiente já era mau há meses, feito de mentira, provocações e desagrados. No dia da ceia de Natal de 2005, ela agride-me brutalmente e sai novamente de casa e leva a minha filha com ela. Nos quatro meses seguintes não me deixou ver e estar com os meus filhos, mudou a Erica de Infantário, para que eu não a pudesse procurar e a fosse lá ver ou buscar. Eu lhe telefonava a toda a hora, mas não era atendido, a procurava no trabalho dela, na casa dos pais e dos familiares e nas escolas das crianças, várias vezes ao dia, mas não era recebido. Eu a informava e a avisava através de mensagens de telefone gravadas, de que estava a passar por grande sofrimento emocional, devido à ausência dos meus entes queridos e que devido a esse sofrimento eu podia adoecer gravemente e até praticar grandes violências contra ela ou contra mim próprio. Mas ela não queria saber disso para nada e nada se importava comigo e também não tinha qualquer medo de que eu lhe fizesse qualquer tipo de mal, porque me conhecia muito bem e sabia que eu era responsável e incapaz de violências, caso contrário, se tivesse mesmo medo de mim, deixava-me ver e estar com meus filhos imediatamente e civilizadamente, o que não acontecia. Tive de me dirigir à Comissão de Protecção de Menores da Maia, para a informar desta situação e lhe pedir ajuda, aonde me foi dito, que procurasse um advogado, que eles nada podiam fazer. Fui ter com o meu advogado de então, Dr. Azenha Rocha, com escritório na cidade da Maia e contei-lhe tudo direitinho, como é normal e ele diz-me que dali a 15 dias eu iria ver os meus filhos. Disse-me que ia fazer uma petição urgente ao tribunal, para que ela fosse obrigada a deixar-me ver e estar com os meus filhos. Demorou 30 dias a fazer a tal petição. O tribunal decidiu os dias em que os meus filhos podiam estar comigo, mas ela desobedecia ao tribunal e enganava toda a gente, com mentiras e desculpas várias. Não respeitava o estabelecido pelo tribunal e continuou a causar-me grande sofrimento emocional, devido à ausência dos meus entes queridos. Apresentei várias queixas-crime contra ela e contra os seus familiares, que a protegiam e me impediam de dialogar com ela e de ver e de estar com os meus filhos. Então ela e os seus familiares, para me pressionarem a desistir das queixas-crime referidas, avançam também com várias queixas-crime contra mim. Houve desistências de queixas de parte a parte. Mas, como o pai dela me agrediu com grande violência, eu não desisti da queixa contra ele, porque desejava ser compensado do mal que ele me causou, mas foi absolvido, apesar de ser identificado pela PSP, de eu recorrer ao hospital para fazer tratamento e de ser analisado pelos peritos do Instituto de Medicina Legal do Porto. Foi-me pedido em tribunal para desistir desta queixa-crime contra o pai dela, em troca da desistência dos irmãos, da queixa que contra mim tinham feito no tribunal de Matosinhos, acima referida – Processo Nº 5/06.8 GDMTS do Tribunal de Matosinhos. Mas eu não desisti, porque não tinha nada a temer, porque nada de mal tinha feito e confiava na Justiça, na sua eficácia e competência e na sua idoneidade e prudência. Mas, como já exposto, acabei eu por ser condenado injustamente, sem ter praticado os crimes de que me acusaram e o pai dela foi absolvido, por falta de provas seguras, dado que ninguém viu ele a violentar-me e ele ter negado obviamente. Face às queixas fraudulentas e prosseguidas de má-fé da minha “mulher” e com base em falsidades totais e calúnias completas e apoiadas em testemunhos falsos, de familiares, pais, irmãos, cunhadas, tios e tias e pasme-se até dos meus filhos, a quem ela mandou que dissessem que eu os agredia violentamente e de amigas e de colegas de trabalho, ouvidas em inquérito policial e pelo ministério público da Maia e apoiada nas mensagens telefónicas gravadas que eu lhe enviava, ela e o ministério público da Maia, avançam com três processos de maus-tratos a familiar. Pasme-se, ela é que me trata mal, a mim e aos nossos filhos, e eu é que sou acusado. Alegam uma série de falsidades, desde ameaças, violência física, psicológica e social e de perseguições e privações. Nunca agredi ninguém fisicamente em 50 anos de vida social intensa, pois sempre vivi inserido em grandes grupos sociais e com características culturais muito diferentes. A única coisa que era verdade e que eu não neguei, neste processo de maus-tratos, do tribunal da Maia, era as mensagens telefónicas gravadas que eu lhe deixava no telefone, aonde eu a informava e a avisava, do grande sofrimento emocional que estava a sentir naquele momento, devido à ausência dos meus entes queridos e do mal que eu lhe podia vir a fazer, devido a esse sofrimento emocional intenso e profundo, mas por culpa dela, por não me deixar ver e estar com os meus filhos. Um dia, às 7 horas da manhã, quando ainda ressonava, tocaram à campainha da casa e acordaram-me. Fui ver quem era e fala-me um Senhor polícia, que me diz, arranje-se porque tem que ir connosco, sob prisão. Eu perguntei-lhe, porque razão me vinha buscar sob prisão. Ele diz-me, se calhar faltou a alguma convocatória da polícia ou do tribunal. Eu respondi que não e que esperassem que eu me arranjasse. Quando cheguei à rua estavam quatro Senhores polícias fardados e dois à civil fortemente armados e eu lá fui com eles tranquilamente. Fui ouvido por um jovem demasiado altivo e meritíssimo juiz de instrução, que me perguntou se eu tinha feito e dito uma série de coisas, as quais eu neguei e disse tratarem-se de ficções e de uma cabala da minha mulher para me prejudicar na minha imagem e obter o divórcio com vantagens familiares e económicas para ela. O meritíssimo juiz, apesar de eu negar tudo, proibiu-me de me aproximar dos meus filhos e da mãe deles, num raio de mil metros da sua morada, de comunicar com eles por qualquer meio (eu não podia sofrer maior violência e maior sofrimento e só quem me conhece bem pode perceber o que isto significava para mim) e ainda a ir à esquadra policial duas vezes por semana. Eu não consegui cumprir nenhuma destas medidas de coação injustas, porque morava na mesma cidade da Maia, onde tudo fica a menos de mil metros e porque tinha que ir buscar a minha filha de quatro anos, exactamente à casa onde a mãe morava com ela e porque não conseguia viver sem falar com os meus filhos e quando eles tinham os telefones deles desligados eu tinha de ligar para o telefone da mãe, sob pena de ficar gravemente doente e porque nunca gostei que me calcassem o pescoço sem razão e porque o meu avô que me criou e me educou, desde muito pequenino me dizia, que mais vale morrer de pé do que viver de joelhos, eu não consegui ir à esquadra às apresentações, que achava exageradas, abusivas, prepotentes e injustas. Resultado, o meritíssimo juiz de instrução convoca-me novamente e manda-me para a prisão por incumprimento das medidas de coação. Quando a minha “mulher” soube que eu estava preso, quis desistir da queixa e do processo, para me tirar da prisão, coisa que ela nunca tinha pretendido informadamente, pois a intenção dela era apenas de me pressionar a desistir das queixas-crime contra ela e contra os seus familiares e em troca ela e os seus familiares desistiriam também de todas as queixas contra mim formuladas. Só que o ministério público da Maia, aonde o processo decorria, informa-a de que não pode desistir, porque se tratava de um crime público, mas quando ela fez as queixas, ela estava convencida que podia desistir e tudo porque não foi devidamente informada. Estive detido, quase cinco meses e tive de ir a julgamento. Em julgamento nada foi provado, a minha “mulher” não falou, os meus filhos não falaram, algumas testemunhas contradisseram-se, não houve nenhuma agressão física e eu procurava-a e telefonava-lhe insistentemente, porque estava a passar por grande sofrimento emocional, devido à ausência dos meus entes queridos. As informações e os avisos que eu lhe transmitia por mensagens telefónicas gravadas e os meus desabafos juntamente com alguns palavrões, para aliviar o meu grande sofrimento emocional, porque estava a passar, foram usados e considerados pelos acusadores como ameaças e insultos, quando eu na realidade só a queria pressionar a me deixar ver e estar com os meus filhos. Mas ela não tinha medo, caso contrário, deixava-me ver e estar com os meus filhos imediatamente e civilizadamente, o que não acontecia e o que ficou claramente provado em julgamento, é que ela não tinha nenhum medo do marido, pois várias testemunhas, tios, tias e cunhadas da minha “mulher” disseram várias vezes, respondendo às perguntas da acusação e da defesa e dos meritíssimos juízes, que ela não tinha nenhum medo do marido e que ela dizia, que ele só diz essas coisas para desabafar e porque está a sofrer e indignado com o meu comportamento. Eu acabei por ser condenado a dois anos de prisão, com pena suspensa por quatro anos e uma série de obrigações extras, sem qualquer fundamento factual e legal, que fosse devidamente provado em sede de julgamento, o que se conclui claramente que a decisão da condenação foi totalmente arbitrária, abusiva, discricionária e prepotente. Eu devia naturalmente de ser imediatamente absolvido do crime de maus-tratos, por falta de provas credíveis e confiáveis que o justificassem, se tivesse havido prudência, distanciamento, imparcialidade e boa-fé. Foi feito recurso para o tribunal superior da Relação do Porto, que se recusou a decidir sobre o processo e que o indeferiu por o considerar extemporâneo. Será que a culpa foi da minha advogada, Dra. Maria José Marques, com escritório na cidade da Maia, que falhou por incúria, desconhecimento e negligência ou por má-fé ou é dos meritíssimos juízes da Relação do Porto, que por má vontade ou por um legalismo exagerado em termos de interpretações de prazos, se abstiveram e se recusaram a julgar?

A VIOLÊNCIA E A JUSTIÇA...E A INFALIBILIDADE PRESUMIDA DOS JUÍZES...

Fala-se muito da independência dos juízes...mas não se pode confundir independência com arbitrariedade...e muito menos com subjectividade ou com parcialidade...e as decisões não devem de ser tomadas sem a devida fundamentação legal, baseada nas leis gerais e universais...e sem serem baseadas em provas objectivas e seguras...de factos e de realidades justas e verdadeiras...e obtidas de forma competente e honesta...e não devem de existir condenações e decisões tomadas apenas com base em convicções subjectivas e pessoais dos juízes e dependentes apenas da sua vontade pessoal e dos seus valores sociais, culturais e pessoais...e muito menos com base em outras influências internas ou externas aos mesmos...

As ditas condenações e decisões tomadas por convicção pessoal dos juízes, sem se basearem em provas objectivas e seguras e obtidas de forma competente e honesta podem ser uma fraude completa e uma violência terrível de lesa as leis...

Quanto ao princípio constitucional da independência dos tribunais e dos juízes, eu não o entendo como se as decisões possam de algum modo serem totalmente arbitrárias, abusivas, discricionárias e prepotentes, sem terem que ser claramente fundamentadas e justificadas com a verdade material e legal de factos e sem manipulações e sem ser apurada a verdade material e legal com rigor, honestidade, prudência, independência e competência. Eu vivo sob a protecção de uma constituição que se diz democrática e não numa ditadura seja de quem for. Esta constituição não pode admitir e eu também não admito e não pode reconhecer e eu também não reconheço o direito a ninguém para me tratar com prepotência, parcialidade, incompetência, arbitrariedade e desonestidade, contrariando outros princípios constitucionais, tais como o princípio da legalidade, da igualdade perante a lei, da imparcialidade, da proporcionalidade, da presunção da inocência, da não condenação de inocentes, da absolvição do acusado no caso de falta de provas fiáveis, credíveis, claras e não contraditórias e da equidade das decisões e de outros princípios, que eu não conheço, porque não sou especialista de direito.

E não sei, senão será pior uma tirania de um grupo de Homens malfeitores e manipuladores, do que a tirania de um só Homem...

E porque violência (pecado) é todo o pensamento, palavra, acto ou omissão, que faça sofrer física e psicologicamente outro ser vivo...ou o próprio autor da violência...

E porque a violência gera violência, a pobreza gera pobreza e a ignorância gera ignorância...e a ignorância gera pobreza e violência...e a pobreza gera ignorância e violência...e a violência gera pobreza e ignorância...

As campanhas eleitorais servem para fazer esquecer o passado e iludir as pessoas para o futuro...

As pessoas só amam e estimam o que é só delas...e o que é de todos ou de vários...simplesmente usam...e a posse...e a segurança que transmite...é muito importante para as pessoas...e as faz sentirem-se bem...seguras e poderosas...

Vivemos rodeados por imensos perigos, por incompetência, mediocridade, desconhecimento, ignorância, desonestidade, corrupção, perversão, mentira, egoísmo, individualismo, oportunismo, má-fé, inimizade, competição selvagem, doenças, catástrofes naturais, sociais, culturais e morais e outras adversidades várias...

Se as coisas puderem funcionar mal, funcionarão mal de certeza...

O poder tende a corromper, mas o poder absoluto corrompe absolutamente...

Como sabes, a ignorância e a soberba limitam o desejo de saber mais e de evoluir das ideias preconcebidas...

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

Quem puder que entenda...

Pausa para reflexão...

Manuel de Sousa Ribeiro

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Quando A Cabeça Não Tem Juízo...O Corpo É Que Paga...

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - DIA DO "MALTRATO ZERO"
Sou contra todas as formas de maus tratos. Mas eu próprio fui maltratado pela minha ex-esposa. E digo-lhe que adoro as mulheres. Mas as mulheres com Letra "M", letra grande, isto é, Mulheres, que respeitam, se dão e respeitam, que têm dignidade, honra, inteligência, educação elevada e que sabem ser solidárias e que honram os seus compromissos com as pessoas com quem se comprometem a amar, respeitar e estimar, em todas as situações da vida, boas e más, tais como, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza e na alegria e na tristeza...Mas não se esqueça que existem muitas formas de maus tratos. E que quem quer ser respeitado, amado e estimado deve de respeitar, de estimar e de amar aqueles, elas e eles, esposas e maridos, filhos e filhas, pais e mães, irmãos e irmâs, avôs e avós e todas as pessoas, que são para amar, respeitar, estimar e cuidar. E nunca para maltratar, negligenciar e prejudicar. E lembro-lhe que violência gera violência, ignorância gera ignorância e que pobreza gera pobreza. E para concluir, quem quer ser amado, respeitado e estimado deve de amar, cuidar, respeitar e estimar. Quem não o fizer colhe o que semeia.

E muitas mulheres não se dão ao respeito e não são o que diz serem. Muitas são desonestas, cruéis, egoístas, hedonísticas, impudicas, doidas por prazer sexual e só querem dinheiro, poder e usar os homens, para viverem à custa deles e não os amam, respeitam e estimam e são incorrectas, desonestas e maltratam psicologicamente e socialmente os maridos e os filhos e como sei que sabe e compreende, este tipo de maus tratos doem muito mais, do que as bofetadas e os pontapés. E falo por experiência própria. A minha ex-esposa traiu-me e maltratou-me psicologicamente, fisicamente, socialmente e moralmente e prejudicou a minha vida e a dos nossos três filhos, por pura malvadez, egoísmo, hedonismo, estupidez, ignorância e má educação familiar e sei lá porque mais e porque não sei lhe dizer mais, porque não sou especialista destes assuntos.

Mas lembro-lhe novamente que quem quer ser bem tratado deve tratar bem, deve respeitar e deve cumprir os compromissos assumidos para a Vida. Porque sem respeito pelos compromissos assumidos, a Vida é impossível para todos nós e principalmente para as crianças que não nascem e para as que nascem e que são maltratadas por negligência, incompetência, egoísmo e indiferença dos pais e das mães que traem, são desleais, infiéis e que não respeitam quem as ama, as respeita e espera deles e delas a mesma coisa.

Vou ter de dizer-lhe publicamente e apesar de simpatizar consigo e de apreciar o que escreve, pelo realismo e pela lucidez que revela, mas nestes assuntos parece-me que o Senhor está a ser muito parcial e superficial e talvez inconscientemente para agradar às mulheres de letra pequena (m). Mas eu gostava que aprofundasse estes assuntos e escrevesse para agradar às mulheres de letra grande (M). As pessoas comprometem-se e investem emocionalmente, afectivamente, fisicamente, economicamente e socialmente numa relação e num projecto de Vida a dois, sem prazo definido e depois vêm filhos e esse projecto e esse compromisso alarga-se aos filhos. Mas quando as pessoas se sentem traídas, desrespeitadas e prejudicadas reagem do mesmo modo, com violência, tenha ela a forma que tiver, incluindo a morte e porque violência gera violência e ninguém gosta de ser violentado e nem de ficar a perder, de ser traído, prejudicado, abandonado, desrespeitado e agredido nos seus valores e objectivos mais nobres.

E quem quer ser livre não se compromete, não assina contratos, sejam eles sociais, financeiros, profissionais, familiares ou outros, porque depois esses contratos têm de ser cumpridos e como sabe quem se compromete perde a liberdade porque tem de se sujeitar a esses compromissos. E digo-lhe que muitas mulheres tratam muito mal os seus maridos e companheiros, intencionalmente, para que eles reajam mal e depois puderem pedir divórcios e separações e para se irem divertir com outros e levarem parte do dinheiro que o marido ganhou e os filhos que ele quis ter e amou e que lhe são roubados, ficando os maridos assim traídos, sem o dinheiro que ganharam e pouparam com muitos esforços e sacrifícios e para benefício da família e dos filhos e ficam ainda sem o amor e a companhia dos filhos que adoram e sem a família que adoram e muitas vezes sem a mulher bandida que também adoram.

Para uma melhor compreensão destes assuntos, aconselho-o a ler os meus blogues, que têm conteúdos sobre estes temas. Envio-lhe em anexo uma síntese da minha história pessoal e familiar, que resume as traições, maus-tratos, desonestidades, aldrabices e vigarices a que fui sujeito e a incompetência e a desonestidade das pessoas e das instituições envolvidas.

E repasse esta mensagem para que ela chegue a milhões de homens com letra grande (H) e com letra pequena (h) e a milhões de mulheres com letra grande (M) e com letra pequena (m).

E porque violência (pecado) é todo o pensamento, palavra, acto ou omissão, que faça sofrer física e psicologicamente outro ser vivo...ou o próprio autor da violência...

E porque a violência gera violência, a pobreza gera pobreza e a ignorância gera ignorância...e a ignorância gera pobreza e violência...e a pobreza gera ignorância e violência...e a violência gera pobreza e ignorância...

As pessoas só amam e estimam o que é só delas...e o que é de todos ou de vários...simplesmente usam...e a posse...e a segurança que ela transmite...é muito importante para as pessoas...e as faz sentirem-se bem...seguras e poderosas...

Vivemos rodeados por imensos perigos, por incompetência, mediocridade, desconhecimento, ignorância, desonestidade, corrupção, perversão, mentira, egoísmo, individualismo, oportunismo, má-fé, inimizade, competição selvagem, doenças, catástrofes naturais, sociais, culturais e morais e outras adversidades várias...

Se as coisas puderem funcionar mal, funcionarão mal de certeza...

O poder tende a corromper, mas o poder absoluto corrompe absolutamente...

Como sabes, a ignorância e a soberba limitam o desejo de saber mais e de evoluir das ideias preconcebidas...

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

Quando A Cabeça Não Tem Juízo...O Corpo É Que Paga...

Vê, lê e ouve...

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Manuel de Sousa Ribeiro

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

OS "PSEUDOS" E AS REPÚBLICAS DA BANDALHEIRA...

Os "Pseudos" estão hoje em todo o lado. Os "Pseudos" fazem que fazem, mas nada fazem e nada deixam fazer. Ocupam, quero dizer mesmo que ocupam. E ocupam tudo e todos os lugares, para que sejam só para eles a vida inteira e ainda possam deixar de herança aos seus herdeiros legítimos ou adoptivos. Aos "Pseudos" também lhes podemos chamar de "Ocupas", porque ocupam mesmo tudo o que é espaço colectivo, que pretendem privatizar só para eles. Não aceitam partilhar nada e querem tudo só para eles. Tal como canídeos esfomeados. Apenas partilham os ossos mais duros e uns restos minguados pelos canídeos de estatuto inferior e pertencentes às matilhas e em troca de obediência cega, quer dizer estúpida e de subserviência tipo canídeo. Os "Pseudos" só ocupam, mas nada fazem e nada deixam fazer, que seja nobre e de vital interesse geral. Só fazem e só deixam fazer o que lhes convém e que contribui para o aumento da sua riqueza pessoal e para o aumento do seu poder e do seu séquito de seguidores canídeos esfomeados, ansiosos por se tornarem também eles "Pseudos" e "Ocupas".

Os "Pseudos" estão na política e ocupam todos os cargos políticos e fazem que fazem e nada fazem e não deixam outros fazer ou então tudo desfazem, para voltar a fazer e a desfazer, enquanto não estiver tudo desfeito ou eles não se apoderarem de tudo e ficarem gordos e ricos que nem suínos, até rebentarem como balões de hélio e nada mais restar, a não ser destroços, ruína geral, pobreza, doentes, inválidos, velhos e mortos aos milhões, morrendo de fome, de doenças evitáveis e de guerras e conflitos estúpidos e irracionais e porque são egoístas, individualistas patológicos, ignorantes e míopes sociais e culturais...

Os "Pseudos" estão na Justiça e não fazem a justiça e só fazem injustiças...estão na Educação e não educam e só deseducam...estão na Saúde e não cuidam da saúde e só espalham doenças...estão na Segurança e não protegem ninguém e só espalham a violência...estão na Gestão das Instituições e não gerem nada e só espalham a corrupção...estão nas Assembleias Legislativas e não fazem leis justas, consensuais e claras e só fazem leis injustas, confusas e iníquas...estão nos Governos e não governam e não cuidam do bem-estar de todos e só cuidam do bem-estar deles e dos seus amigos...estão na Defesa e não defendem ninguém e só destroem e esbanjam os escassos recursos económicos da Nação...estão na Agricultura e nas Pescas e deixam os agricultores e os pescadores morrerem de fome...estão na Indústria e no Comércio e deixam as empresas e os empresários irem à falência e milhões de pessoas ficarem sem trabalho e sem recursos para se sustentarem e a morrerem de fome...estão na Segurança Social e não protegem ninguém a não ser a eles próprios e aos seus amigos...estão na Economia e deixam a Economia, a Sociedade e a Vida desaparecer...estão nos Sindicatos e não defendem os interesses dos trabalhadores e discriminam, perseguem e traem trabalhadores...estão nas Empresas e gerem mal e despedem trabalhadores sem justa causa...estão na Cultura e não têm uma cultura esclarecida...estão nas Finanças e aumentam os impostos aos pobres e diminuem-nos aos ricos...estão no Ministério dos Negócios Estrangeiros e quando alguém no estrangeiro precisa de protecção, nunca aparece ninguém para ajudar...estão no Ambiente e deixam o ambiente degradar-se, a poluição aumentar e os recursos naturais serem exauridos e desperdiçados em futilidades inúteis...estão nas Obras Públicas e Transportes e fartam-se de anunciar obras que nunca fazem e caem pontes e fazem estradas e auto-estradas aonde se morre todos os dias, devido a deficiências de construção...estão no Ensino Superior e na Ciência e Tecnologia e obrigam os alunos pobres a pagar elevadas propinas e não os ajudam, apoiam e incentivam a estudar para o bem-estar e progresso da sociedade...estão na Comunicação Social e só comunicam o que lhes interessa...estão em todos os Altos Cargos do Estado e deixam o Estado a morrer, a degradar-se, a minguar, a corromper-se, a diluir-se, a desfragmentar-se, a fragilizar-se, a apodrecer e a desaparecer...e estão em todo lado e nada fazem e nada deixam fazer e fazem que fazem e desfazem tudo que outros com muito esforço e muitos sacrifícios pessoais fizeram, para o bem-estar geral...enfim, vou ficar por aqui, porque acho que já deu para entender, o que são e quem são os "Pseudos" e os "Ocupas", que fazem que fazem e nada fazem e nem deixam fazer e que tudo desfazem, corrompem, degradam e destroem...devido ao egoísmo e ao individualismo doentio que os cega culturalmente e lhes retira a lucidez e o sentido da solidariedade social e humana de que a Vida de todos nós depende...consciente ou inconscientemente...

E podem existir pseudo-juízes, pseudo-advogados, pseudo-professores, pseudo-médicos, pseudo-polícias, pseudo-gestores, pseudo-engenheiros, pseudo-deputados, pseudo-ministros, pseudo-padres, pseudo-sindicalistas, pseudo-presidentes, pseudo-democratas, pseudo-generais, pseudo-mestres, pseudo-doutores, pseudo-jornalistas, pseudo-amigos, pseudo-esposas, pseudo-maridos, pseudo-pais, pseudo-mães e pseudo-pseudo de qualquer coisa...

E não sei, senão será pior uma tirania de um grupo de Homens malfeitores e manipuladores, do que a tirania de um só Homem...

E porque violência (pecado) é todo o pensamento, palavra, acto ou omissão, que faça sofrer física e psicologicamente outro ser vivo...ou o próprio autor da violência...

E porque a violência gera violência, a pobreza gera pobreza e a ignorância gera ignorância...e a ignorância gera pobreza e violência...e a pobreza gera ignorância e violência...e a violência gera pobreza e ignorância...

As campanhas eleitorais servem para fazer esquecer o passado e iludir as pessoas para o futuro...

As pessoas só amam e estimam o que é só delas...e o que é de todos ou de vários...simplesmente usam...e a posse...e a segurança que transmite...é muito importante para as pessoas...e as faz sentirem-se bem...seguras e poderosas...

Vivemos rodeados por imensos perigos, por incompetência, mediocridade, desconhecimento, ignorância, desonestidade, corrupção, perversão, mentira, egoísmo, individualismo, oportunismo, má-fé, inimizade, competição selvagem, doenças, catástrofes naturais, sociais, culturais e morais e outras adversidades várias...

Se as coisas puderem funcionar mal, funcionarão mal de certeza...

O poder tende a corromper, mas o poder absoluto corrompe absolutamente...

Como sabes, a ignorância e a soberba limitam o desejo de saber mais e de evoluir das ideias preconcebidas...

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

Quem puder que entenda...

Pausa para reflexão...

Manuel de Sousa Ribeiro

Ler também: Utopia e Realtà e Le Origini del Bene e del Male

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